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Ary Girota cita ex-presidente por falhas da Cedae com falta d’água

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Os problemas relativos ao gosto e à cor da água distribuída aos moradores do Rio de Janeiro não são os únicos que afetam a Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro (Cedae). Algumas regiões do estado relatam a falta do efluente há algumas semanas.

 

São os casos de partes da Baixada Fluminense e da Zona Norte do Rio. Entre os lugares afetados estão o Complexo do Alemão, as comunidades da Chatuba de Mesquita e da Camarista Méier. O drama se agrava em meio à pandemia do novo coronavírus, onde a higiene pessoal é fundamental para evitar a proliferação da doença.

 

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto de Niterói (STIPDAENIT) Ary Girota avisou que o chefe do Executivo estadual Wilson Witzel deve ser cobrado pelo problema, mas destacou um personagem que passou pelo posto máximo da estatal recentemente.

 

“As pessoas têm de se perguntar porque o governador não se pronunciou em relação a isso. É o governador que determina o que deve ou não acontecer por parte de execução de ações emergenciais da Cedae. Tenho convicção de que a Cedae tem total condição de atender a todas as comunidades como sempre fez antes de iniciar este desmonte interno que estamos acompanhando desde janeiro de 2019 por ocasião da nomeação do ex-presidente Hélio Cabral, com objetivo de privatizar a empresa”, afirmou.

 

A pressão popular, na opinião do dirigente sindical, fará a diferença para a resolução do problema. Girota também fez questão de isentar de responsabilidade os profissionais da companhia

 

“Se o povo das favelas vier para o asfalto e reivindicar isso, temos certeza que o governador vai ter de mudar de posição, afinal de contas somos mais de 700 favelas no Rio de Janeiro, talvez chegando a mais de 2,5 milhões de pessoas. O trabalhador da Cedae nunca se furtou a dar o atendimento a essa população, pelo contrário. Temos muitos companheiros que moram, são oriundos dessas comunidades”, ressaltou.

 

A chegada do novo presidente da empresa Renato Espírito Santo, funcionário de carreira da Cedae, serviu de alento ao membro do STIPDAENIT. Ele citou um episódio inédito protagonizado pelo substituto de Hélio Cabral.

 

“Pela primeira vez em um ano e três meses de novo governo, enquanto representantes dos trabalhadores, fomos recebidos pelo doutor Renato Espírito Santo. Quando o presidente que assume o comando da empresa recebe as entidades de representação dos trabalhadores já é uma mudança de rumos na condução do processo. Vemos com bons olhos a chegada dele e esperamos que consiga demonstrar para o governo do estado que esse processo de tentativa de entrega da distribuição de água não deve continuar”, disse.

 

Ouça a entrevista de Ary Girota:

 

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