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Editorial – 09.01.2020

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João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas brasileiros, nordestino de Pernambuco, nasceu, segundo sua mãe, em 9 de janeiro de 1920, e não em 6 de janeiro, como consta em sua certidão. Então, hoje estamos comemorando o centenário desse pernambucano que, fechado, não gostava de falar de si mesmo. Autor importante, João Cabral escreveu ‘Morte e Vida Severina’, sua obra mais famosa depois de se tornar peça teatral musicada por Chico Buarque. Nela, conta a história do retirante Severino em busca de emprego, que fica sabendo nessa busca que só é possível trabalhar nessas profissões que fazem da morte ofício ou bazar. E onde estão os versos mais bonitos do mundo ao falar da criança que nascia renovando a esperança, é tão belo como um sino numa sala negativa.

 

Portanto, nós abrimos aqui nosso programa saudando a obra desse poeta e, principalmente, fazendo uma menção a esse mundo tão dividido por guerras, por disputas, de que o mais importante da nossa existência é a valorizar justamente a dignidade humana, e a dignidade humana, em uma sociedade integrada como a nossa, nasce justamente do direito ao emprego, a uma vida digna, e é por isso que nessa data onde João Cabral completaria 100 anos, nós rendemos a nossa homenagem à sua obra e à sua memória, uma forma singela, de alguma maneira, atenuarmos os gravíssimos problemas que estamos vivendo.

 

Ouça o comentário de Paulo Passarinho:

 

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